Agência sem balcões: a aposta da MORABI COOPERATIVA num atendimento mais próximo
As novas agências da MORABI COOPERATIVA foram desenhadas para aproximar pessoas e tornar a experiência de atendimento mais acolhedora.
Quando se entra na nova agência da MORABI COOPERATIVA em São Vicente, ou na de Assomada há um detalhe que chama a atenção de quem está habituado aos espaços tradicionais de atendimento financeiro: não existem balcões.
E não foi por acaso.
Porque a nova agência da MORABI COOPERATIVA não tem balcões
A ausência de balcões resulta de uma decisão consciente, alinhada com a forma como a MORABI COOPERATIVA acredita que deve acontecer a relação entre uma instituição financeira e os seus clientes.
Durante muitos anos, os balcões fizeram parte da imagem dos bancos e das instituições financeiras. Separam quem atende de quem procura atendimento. De um lado está a instituição, do outro fica o cliente.
Na MORABI COOPERATIVA quisemos fazer diferente.
Porque acreditamos que a proximidade não se constrói apenas através das palavras. Constrói-se também através dos espaços, dos gestos e da forma como recebemos as pessoas.
Como o espaço influencia a experiência do cliente
Na nova agência, os balcões deram lugar a mesas de atendimento. Parece uma mudança simples. Mas representa muito mais do que uma opção de design. Representa a vontade de criar um ambiente onde as pessoas se sintam acolhidas, ouvidas e respeitadas. Um espaço onde a conversa acontece lado a lado, e não de um lado para o outro.
Quando alguém entra numa agência da MORABI COOPERATIVA, muitas vezes não procura apenas um crédito. Procura orientação, informação, alguém que compreenda os seus desafios e a ajude a encontrar soluções. Essa relação exige confiança. E a confiança constrói-se na proximidade.
O conceito de atendimento sem balcões tem sido adotado por organizações que procuram criar experiências mais próximas e colaborativas. Em vez de separar clientes e colaboradores, os espaços são organizados para favorecer a conversa, a escuta e a construção de soluções em conjunto.
A MORABI COOPERATIVA tem vindo a adotar este conceito nos seus diferentes espaços de atendimento, numa aposta consistente em melhorar a experiência dos clientes e tornar os serviços financeiros mais humanos e acessíveis.
Atendimento personalizado e proximidade nas microfinanças
Na MORABI COOPERATIVA, esta abordagem reflete a forma como entendemos as microfinanças: um serviço que vai além da concessão de crédito e procura apoiar pessoas, famílias e pequenos negócios na concretização dos seus projetos.
Esta opção está alinhada com um dos atributos que definem a instituição: a proximidade. Para nós, estar próximo não significa apenas estar fisicamente presente numa comunidade. Significa estar disponível para escutar, compreender e acompanhar. Significa criar relações baseadas na confiança e no respeito.
A arquitetura também faz parte da experiência
Cada detalhe de um espaço transmite uma mensagem. As cores, a iluminação, a disposição do mobiliário e até a forma como as pessoas se sentam durante uma conversa ajudam a moldar a experiência de quem entra.
Na MORABI COOPERATIVA acreditamos que a arquitetura também pode comunicar os nossos valores. Por isso, a nova agência foi pensada para refletir aquilo que procuramos construir todos os dias: uma instituição acessível, acolhedora e centrada nas pessoas.
Mais do que uma agência de microcrédito
Ao eliminar barreiras físicas, procuramos reforçar uma mensagem simples: estamos aqui para caminhar ao lado dos nossos clientes. Nossas agências são locais onde se realizam operações financeiras. Mas também são espaços de encontro.
Num setor onde durante décadas as barreiras físicas fizeram parte da experiência de atendimento, a MORABI COOPERATIVA escolheu aproximar-se. As novas agências refletem essa visão. Um espaço pensado para acolher, escutar e construir soluções lado a lado com os clientes.
Porque acreditamos que os serviços financeiros podem ser simples, próximos e humanos. E que proximidade não se mede apenas em quilómetros. Mede-se na qualidade das relações que construímos. E, por vezes, começa num detalhe tão simples quanto retirar um balcão.
